quinta-feira, 28 de abril de 2011

O Castelinho da Rua Apa

São Paulo é uma cidade repleta de lugares com fama de mal assombrados cada qual com sua própria história. Um dos lugares com a história mais chamativa é o Castelinho da Rua Apa.
Em 1.912 foi construido o Castelinho na Rua Apa, travessa da São João, número 236*, que veio a se tornar a moradia de uma das familias ricas e tradicionais de São Paulo, os Guimarães dos Reis.
No dia 12/05/1.937, os dos três proprietários (Maria Cândida dos Reis, Armando Guimarães dos Reis e Álvaro Guimarães dos Reis) foram encontrados mortos.
Apesar de não ter sido totalmente solucionado, o caso foi dado como encerrado pela polícia, cuja versão não convenseu os vizinhos na época, foi que um dos irmãos atirou no outro e a mãe desesperada, se colocou entre os filhos, sendo baleada. Depois de se dar conta de seus atos, o assassino cometeu suicídio.
Motivo: Segundo a policia de São Paulo, Álvaro queria transformar o Cine Broadway da família num rinque de patinação, idéia que foi contra a de seu irmão, Armando, que não via o negócio com bons olhos.
O caso foi encerrado, mas não solucionado, porque a policia foi incapaz de descobrir qual dos irmãos seria o assassino. Como é possível um suícidio sem arma do crime? Se foi um crime passional, porque ouve o segundo disparo que atingiu a mãe? Essas questões ficaram sem resposta.
Desde se então, ninguém jamais conseguiu passar a noite no Castelinho da Rua Apa. Aqueles que tentaram, relataram terem ouvido gemidos e correntes, visto aparições e ouvido os disparos que causaram a morte das vítimas, que teriam continuado vagando pelo local.
Seja como seja, os portões do número 236 da Rua Apa está aberto, bem como as portas do Castelinho, e mesmo em noites frias de inverno, os moradores de rua não ousam pernoitar no local.
OBs: A soma dos números 2,3, e 6 é 11, o número da magia e do sobrenatural da numerologia. O castelinho fica numa bifurcação, elemento comum em rituais de magia negra.
Você passaria a noite no Castelinho da Rua Apa?

A Noiva & o Motoqueiro

Á alguns anos atrás,haveria um casamento aqui em Ituiutaba.

Quando o noivo estava esperando a noiva na porta da igreja ela chegou,e atrás do carro apareceu uma moto,ela montou na moto e fugiu.

O noivo os perseguiu e entraram numa estrada de terra na Triálcool (uma empresa aqui da minha cidade). De repente,o motoqueiro foi atingido com um golpe na cabeça, separando-a do pescoço matando juntamente com ele, a noiva que estava na garupa.

Conta-se que até os dias de hoje este motoqueiro anda á noite naquelas estradas sem a cabeça e com a noiva na garupa.

Lendas Urbanas

Oi pessoal! To aqui de novo para enviar, não uma lenda e sim várias. Se tiver paciência, gracias!!!

1°lenda - Curiosidade mata

Dizem que em uma vila muito antiga, com poucos habitantes, havia uma casa afastada de todas as outras que ninguém ousava entrar. Todos que ali entravam nunca mais eram vistos outra vez. Um certo dia, 4 adolescentes conversando sobre esta casa, tiveram a idéia de invadir e ver o que tanto seus pais e parentes abominavam. Eles marcaram de ir à noite quando todos estavam dormindo, pois no vilarejo tinham costume de dormir cedo porque falavam que a "casa" os chamava para ir para lá.
Quando deu 23:30h, os 4 estavam já todos reunidos para provar que não tinha nada na casa. Andaram e andaram até chegar no jardim que lá existia, com muitas rosas e margaridas. Uma beleza incomparável! Tinha uma menina com eles e ela ficou admirada com a beleza do lugar e falava que ia ficar ali fora olhando as lindas flores. E um deles falou: “Tudo bem, mas se você ouvir ou ver alguma coisa, nos grite tá?” E ela só acenou com a cabeça e eles entraram. E por dentro, era tudo muito escuro e empoeirado. Não havia interruptores e nem candelabros, nada que pudesse clarear para ver aonde eles estavam pisando. O chão rangia e a sala de entrada tinha uma escada que levava para o 2ºandar. Um deles falou que iria olhar na cozinha e os outros foram ver o andar de cima e, nessa casa, o que não faltava era quadros.
Nisso, a menina que estava olhando as flores ouviu o mato se mexendo. Ela se levantou lentamente e quando ela se virou para correr deu de cara com uma velha de cabelos brancos e longos que olhava por cima de sua cabeça e falando: “Você é bem curiosa, não é menina?” E ela respondeu: “Só vim com meus amigos. Eles que entraram em sua casa”. Ela olhou para a garota e deu um sorriso de lado e correu para dentro do mato de novo. Agora ela já acreditando, porque que sua mãe dizia para não ir a casa correu para dentro chamando os garotos que tinham entrado. Como ela não os ouvia, entrou em desespero e começou a chorar. De repente, viu que na cozinha havia luz acesa. Correu para ver se eram eles e eram! Quando ela começou a falar o que tinha visto, eles se viraram e ela gritou e viu que um estava sem os olhos, outro sem a língua e o outro sem as orelhas e leu o aviso que dizia: “A CURIOSIDADE MATA!”. Ela saiu correndo, ouvindo os gritos de dentro da casa e a risada da velha. Quando chegou em casa contou o que aconteceu para seus pais e até hoje essa frase é usada para evitar que as pessoas se "machuquem"!


2° lenda - Bruxa Catchye Annie

No colégio Marista de Varginha no século passado, na década de 00 havia uma bruxa de origem européia chamada Catchye Annie, que todos os dias, na primeira aula, ela passava de sala em sala recolhendo todas as agendas para serem carimbadas com 20 pontos ou mais com o motivo de: "Seu filho fez coisa errada!" e só seria devolvida na última aula. E passava todos os dias pelos arredores do colégio Marista, com mais de 1.000 agendas nos braços, até ir à sua sala que ficava num corredor escuro, sombrio e empoeirado, nos fundos do colégio Marista, pra lá das dependências dos serviçais.
Na sua sala ficava um crânio humano (do seu pai, que ela tirou do seu túmulo) como castiçal, era cheia de teias de aranhas, pó, vidros que ela quebrou (foram arremessados neles agendas, que eram escritos recados pelos pais dos alunos dizendo: "O que meu filho faz de errado para você carimbar a agenda dele?"), entre outras coisas horripilantes. Certo dia a D.Maria das Graças (vó da Maria das Graças, uma serviçal atual) finalmente foi limpar o corredor porque a diretora disse para ela limpar todas as dependências nos fundos da escola (que é a que menos limpa) na última aula. Na hora da bruxa Catchye Annie passar pelo corredor, que estava molhado, pois a serviçal foi lavá-lo e ela não o viu devido aos entulhos de agendas que tampavam o seu rosto, mas ela sabia o caminho de cor... e ela escorregou. Caiu de bunda e as agendas todas cairam em sua cabeça, e ela morreu.
Como ela era? Ela era meio ruiva, gorda, andava com uma túnica preta até o tornozelo, de manga longa e gola alta, sapatos baixos e pretos. Por que ela saiu da Europa e foi justamente para Varginha? Porque sua mãe fez um ritual extraterrestre (pois ela só acreditava nos extraterrestres. Achava que era um deles disfarçado de humano na Terra), e o mestre deles disse a ela que ia gerar um ET, e só lá em Varginha ele teria que sobreviver, pois lá tem um clima ideal para ele. Na europa ela iria morrer. Se ele morresse ela seria amaldiçoada por toda a eternidade, porque fez com que perdesse um membro deles. Ela foi para lá com 5 anos. E ele foi batizado com o nome de Caroll Lynnie e existe até hoje! Hoje a alma dela está lá no colégio Marista, na primeira sala à esquerda, no corredor do ensino médio, no 3o andar.


3° lenda - A casa numero 866

Ps: essa lenda aconteceu em 1976. Coloquei no modo que a "vítima" contou a varias pessoas.

Elley morava em uma casa muito antiga, num bairro nobre de Fortaleza, no Ceará. Sempre morei com meus avós, que já compraram a casa depois de construída. Engraçado como por mais de 30 anos eles sempre diziam que a casa tinha 70, apesar de todos sabermos que a casa tinha bem mais. Quando pequeno, lembro inúmeras vezes de ter ouvido vozes no escuro corredor da casa. Via pessoas passarem correndo na frente das portas e, quando ia averiguar, não via ninguém. Tinha sempre a impressão de ter mais alguém naquela casa, mas nunca soube explicar o fato.
Uma vez, deitado no tapete da sala, enquanto assistia televisão, olhei para o lado e, após uma quina do cômodo, vi dois pequenos pés, calçados com sapatos preto femininos. Eram pés de criança. Era como se uma menina estivesse deitada no chão. Contudo, o susto maior veio quando vi os pés serem arrastados, de modo que eu já não mais os via. Alertei a todos da casa, que a trancaram imediatamente e a vasculharam procurando por algo. Nada encontraram.
Muitos anos se seguiram com ligeiras visões e sussurros inexplicáveis. Uma certa noite, estando eu terminando de escrever um conto de terror justamente baseado nesta garotinha, desliguei o computador e fui trancar a porta do quarto de estudo. Ao fazer isso, vindo do escuro quintal da minha casa, um grito agudo e ensurdecedor me fez trancar todas as portas restantes em questão de segundos. Acreditando ser apenas fruto da minha imaginação, fui assistir TV no mesmo canto onde tinha visto a aparição citada previamente. Tudo ia bem, eu estava mais calmo. Até um enorme barulho tomar conta de toda a sala. Levantei-me imediatamente, assim como nossa empregada. Ao acendermos as luzes, vimos que todos os porta-retratos (e apenas os porta-retratos) da sala estavam no chão, mas nenhum deles apresentava sequer uma trincadura em seu vidro. Depois de colocá-los de volta no local, resolvi ir dormir. No caminho pelo corredor, escutei passos curtos me acompanhando, mas achei melhor não olhar para trás. Enrolei-me em meus lençóis e cobri meu rosto. Mantive meus olhos abertos, então, pude ver, através do tecido, a silhueta de alguém que foi até a beira da minha cama, olhou-me durante um minuto, virou as costas e saiu. Nunca senti um calafrio tão intenso subir pelas minhas costas.
Na manhã seguinte, a empregada me revelou que ninguém mais na casa tinha visto ou ouvido nada. Nem mesmo o incidente dos porta-retratos, e que, depois de todos terem saído, enquanto eu dormia e ela lavava a louça, ela ouviu uma voz grossa e insistente chamando por seu nome.
A casa, agora, foi demolida. Em seu lugar, um prédio está sendo erguido. Conversei com alguns dos trabalhadores e eles já me falaram: "O que tinha ali, não foi embora com a casa". Eles mesmos já haviam visto muitas coisas estranhas na construção, como crianças que apareciam e desapareciam nas galerias de colunas, homens andando com machados e mulheres se suicidando dos andares ainda em construção. Seja lá quem for viver naquele terreno, boa-sorte. Vai precisar.

O Caso dos Irmãos Aragão

Não sei se trata de um relato verdadeiro, apenas peço gentilmente que leia esta história de forma neutra, não leia a parte das invocações, eu apenas às coloquei aqui para lhes passar a informação na integra.
Caso sinta algum mal estar ou uma sensação ruim, não é necessário prosseguir a leitura, ficará bem claro no início da carta que nem sempre a curiosidade traz um bom resultado. Eu mesmo senti uma espécie de tristeza após ter lido esta carta.
Não sei se esta história é real, pois não encontrei muita coisa na internet, apenas sei que se realmente for...
Manaus 18 de Junho de 2005, a polícia finalmente localiza os três irmãos Aragão, um fato que apesar de muito divulgado pela imprensa ganhou pouca repercussão nacional. Devido à falta de esclarecimentos das autoridades.
Dois dos irmãos foram encontrados mortos, de forma misteriosa, a segunda uma garota que tinha na faixa de dezoito anos, fora encontrada perdida vagando pelas matas, completamente despida. Fora cometida por uma espécie de loucura momentânea e hoje encontra-se sob tratamento psiquiátrico.
As notícias liberadas pela polícia eram absurdas e muito contraditórias. Nunca ninguém soube, de fato, o que havia realmente ocorrido.
Até o ano de 2008, quando uma suposta carta veio aparecer. Na tal carta o irmão mais novo da família Roberval faz uma espécie de reportagem, ele narra um fato, que poderia esclarecer o mistério ocorrido naquela data, mas a polícia nega a veracidade da carta.
Na carta eles relatam a existência de um gravador, os investigadores dizem que este gravador jamais existiu, mas muitos afirmam que ele, ainda hoje, encontra-se sob poder da polícia. A Família não confirma os fatos e desde 2006 não aparecem em público e já deixaram bem claro que jamais voltarão a falar sobre tal assunto...
Não se sabe ao certo como o conteúdo desta carta chegou à internet, apenas sabemos tratar-se de um relato fascinante.

Eis aqui o conteúdo da tal carta:

(Manaus 15 de junho de 2005):


-19h12min
Eu Roberval Aragão dou início ao fato que sem dúvida irá mudar o rumo da humanidade. Eu e meus irmãos estamos a três anos nos preparando para este dia, e hoje iremos mudar o curso da história. Seremos ícones da religião moderna e de toda e qualquer seita ou ordem secreta.

-19h54min
Estamos nos dirigindo a uma cabana, que fica em uma região bem afastada de Manaus, mas especificamente na zona leste, fica logo após o bairro Jorge Teixeira, não sei ao certo o nome da localidade... Reinaldo foi quem tratou de encontrar o local, disse que ali era a localização perfeita para o ritual, tenho esperanças que tudo dê certo.

-20h22min
Estamos presos no trânsito, meu irmão está impaciente, Alicia nossa irmã do meio teve que desligar o celular. Meu pai ta enchendo o saco.

-23h12min
Chegamos! Demorou a beça, mas enfim chegamos... Agora temos que preparar o terreno.

-23h15min
Fui impedido de ajudar no preparo do local, que fique bem claro que meu irmão é um tirano. Acha que sabe de tudo, sendo que quem encontrou a forma de trazê-lo a nosso mundo fui eu. Que fique bem claro que ele acha que sabe como proceder, mas tudo que ele sabe fui eu quem ensinou.

-23h20min
O dia esta perfeito, temos uma linda lua nova o que representa o começo de um novo ciclo, a noite é quente e tudo que aqui for feito não morrerá e sim estará somente partindo em busca de um novo e real conceito.

-23h22min
Desculpa, deixa-me explicar no que consiste o ritual. Hoje iremos trazer a terra o grande Horthembrak, mas antes precisamos invocar um Djinn e por meio dele devemos chamar Horthembrak.
É um processo trabalhoso, mas tentarei explicar... Não temos muito tempo, então não irei esclarecer para vocês quem é Horthembrak ou o que é um Djinn, apenas vou explicar como invoca-los. Só espero que não tentem fazer isso sem o devido preparo, fizemos um longo estudo até chegarmos onde estamos:
Primeiro você tem que ter em mãos todo o material: Carvão preto, uma garrafa de vidro banhada em água com sal e folhas de pinheiro, quatro velas pretas, um livro da bíblia; este tem que também ter uma capa preta, texto do gênesis, um punhado de pó de carvão e não podemos esquecer da bússola. Após ter o material você deve desenhar com a pedra de carvão uma imensa letra “c” no chão, ele tem que estar quase fechando, ele deve ter apenas uma pequena abertura para que o líder do ritual possa entrar. Não esquecendo que esta entrada deve ficar em oposição a Jerusalém, e pelo mapa vejo que fica a sudoeste, não pise jamais na linha, isso traria conseqüências graves. Temos que localizar com exatidão o norte, o sul, o leste e o oeste e em cada ponto colocamos uma vela. Temos que colocar de pó de carvão na base, já que ele simboliza as cinzas. E antes de entramos no circulo devemos contorná-lo dezoito vezes no sentido anti-horário. Queime a página da bíblia Gênesis 1-6 onde fala sobre a criação do homem. Em seguida a pessoa que ficou dentro do circulo deve colocar os pés voltados para o sudoeste, ela deve ajoelhar-se e encostar a testa no chão e chamar pelo Djin do fogo, isto simboliza submissão.
Nos que ficamos fora do circulo principal, ficamos apenas protegidos por um circulo de sal e devemos seguir a invocação. Devemos falar algo em latim:

“FIRMAMENTUM IN MEDIO AQUARUM ET SEPARET AQUAS AB AQUIS, QUAE SUPERIUS SICUT INFERIUS, ET QUAE INFERIUS SICUT QUAE SUPERIU, AD PERPETRANDA MIRACULA REI UNIUS. SOL EJUS PATER EST, LUNA MATER ET VENTUS HANC GESTAVIT IN UTERO SUO, ASCENDIT A TERRA AD COELUM ET RURSUS A COELO IN TERRAN DESCENDIT. EXORCISO TE CREATURA AQUAE, UT SIS MIHI SPECULUM DEI VIVI IN OPERIBUS EJUS, ET FONS VITAE, ET ABLUTIO PECCATORUM. AMEN”.

Nem sei o que significa, só sei que estudamos um monte para aprender todos os fonemas, não queria falar errado, meu irmão apenas me disse que não se trata de nada satânico, nem mesmo cristão e sim forças elementais, espíritos da vida. Não acreditamos em Deus ou Diabo, apenas nas forças cósmicas, energias da natureza e nos espíritos guardiões. Acredito que esse lance da bíblia e as referencias a Jerusalém, não passam de mero simbolismo.

-00h32min
-Enfim terminaram a preparação, garanto que se fosse eu, com certeza já teríamos terminado. Eles me chamaram, então, preciso entrar no meu circulo de proteção, mas não largarei meu caderno, muito menos o gravador, quero registrar tudo.

-00h37min
Meu irmão entrou no circulo e esta dando início ao ritual, Alicia pediu-me que parasse de escrever e me concentrasse no rito.

-01h27min
Ele esta parado com a testa no chão, não esta esboçando nenhuma reação, fiquei com medo que estivesse passando mal, há alguns minutos eles soltou uns gemidos esquisitos, como que de gravetos sendo quebrados, não estou com medo, apenas ansioso.

-01h44min
-Incrível, meu irmão está possuído, ele disse se tratar do próprio Horthembrak e não de um Djinn, disse que adoraria que eu escrevesse tudo o que ele falar. Estou me sentindo o homem mais importante do planeta.
O que escreverei agora não são palavras do meu irmão e sim do grande Horthembrak:
Horthembrak : A vida, bem podemos dizer que ela é apenas uma ilusão. Você vive durante anos, mas do que vale? Se você erra, será condenado ao fogo eterno. É assim que pensam os cristãos. Pura intrujice. Não existe inferno ou mundo das trevas, apenas existem dois pólos, duas escolhas e ambos senhores. Se você não agrada um, segue para servir o outro e se você agrada a este outro, como este poderia lhe fazer mal. Pensem bem, o inferno não é um local de tortura e sim uma nova espécie de paraíso, um lugar de regozijo para aqueles que nos agradam.
Eu: O que ocorre quando nossos espíritos ficam na terra atormentando as pessoas o que significa isso?:
Horthembrak :(risos) Vocês são muito infantis. Acreditam mesmo que uma moça estuprada bate e atormenta as outras após a morte? Acham mesmo que isso é possível? Se ela estando viva, mal pode defender-se, por que agora depois de morta ela iria desenvolver tal força titânica. Cada alma segue seu rumo, os que ficam são espíritos ilusórios, eles adoram perturbar sua paz, conseguem imitar vozes e até mesmo trejeitos. Tentam através disso entrar em contato com vocês e quando conseguem, eles obtém o livre acesso.
Eu: Mas você não disse que demônios não são criaturas más?
Horthembrak: Não disse isso, demônios são seres inteligentes, muito mais inteligente que vocês, pois desafiaram a própria criação. Não vivemos como humanos. Vocês são como animais de estimação.

-02h54min
Ele disse que para obtermos sucesso e trazermos até nossa realidade, sua principal semente, ele deve fazer sexo com minha irmã, não concordei com isso, isso está passando dos limites, isso é contra a natureza, mas minha irmã concordou e por isso estou aqui fora do quarto aguardando os dois.

-03h15min
-Eles parecem ter terminado, minha irmã esta com uma cara de total insatisfação, não sei por que mas sinto nojo del.

-03h44min
Eu desculad. As letras estão ilegíveis, não consigo escrever, só escrevo para pedir desculpa, desculpa a meu pai, desculpa a todos. Quero que fique claro que sou inocente, Deus sabe que sou.
Acabei de cometer uma monstruosidade, mas foi necessário, não tive culpa, não era ele.
Meu irmão de uma hora para outra começou a agredir Alicia ela batia violentamente em seu rosto. Tentei evitar, mas não consegui, com apenas um braço ele me atirou do outro lado da sala. Não vi alternativa... eu estava me defendendo e defendendo a vida da minha irmã.
Acertei aquele cano de metal na cabeça dele, entendam foi a única maneira de fazê-lo parar.


Não sei que horas são, meu relógio simplesmente parou, estou sentado no chão, espero que o dia amanheça, acho que assim essas coisas irão embora, meu irmão esta caído, desfalecido no chão. Minha irmã ainda esta desacordada, a sala esta fria, a pouco senti um medo incrível, um medo tão grande que cheguei a vomitar. Não sei o que esta acontecendo, as coisas fugiram do controle. Apenas protejo a mim e minha irmã, dentro do circulo de sal.


Desculpa se a tinta da caneta agora está vermelha. Ainda a pouco a caneta que usava flutuou a minha frente e simplesmente explodiu, como se houvesse uma bomba dentro dela. Não sei por que, mas não consigo parar de escrever. Acho que isso tem um real motivo. Acredito que eu talvez sirva de exemplo. Um péssimo exemplo


Parece maldição... não amanhece, estou com medo, já pensei diversas vezes em clamar pelo Deus dos cristãos, mas não posso fraquejar, tenho que mostrar para esse ser que sou mais forte. Clamei pelos espíritos guardiões.


Agora a pouco ouvi um som horrível. Estou apavorado, é como se houvesse uma multidão gritando e chorando do lado de fora da cabana. Não sei estou apavorado


Há três figuras negras paradas me olhando, eles tem olhos vermelhos, tentarei contata-los, direi a eles que estou aqui a seu serviço


Agora a pouco senti a pior sensação da minha vida, os seres sumiram, ainda a pouco senti como se diversas larvas geladas tentassem subir em meu corpo, elas tentavam entrar em minha boca, era como se este ser tentasse me possuir. Não posso correr, minhas pernas não me obedecem, agora sei como uma pessoa paralítica se sente. Percebi que posso conter esses espíritos asquerosos, basta eu prender a respiração e eles não entram em mim.


Estou conseguindo, prendi a respiração por diversas vezes, eles se foram. Me deixaram em paz. Venci!


Ouço passos, enfim alguém veio em nosso socorro, quem sabe posso até salvar meu irmão...
Após três dias de busca foram encontrados os corpos dos dois irmãos. Reinaldo estava deitado na sala, com o corpo em forma de cruz e sobre seus pés havia um crânio de cachorro. Roberval foi encontrado deitado sobre os joelhos, sua face estava roxa, ele morrera de asfixia, a policia disse se tratar de suicídio. Uma forma meio exótica de se matar. Alicia fora encontrada nua correndo pela mata. Estava num avançado estado de desidratação.
Até hoje ninguém sabe que fim teve o caso, ninguém sabe se Alicia realmente ficou grávida ou teve sucesso com aquela invocação.
Este caso permanece um mistério, muitos o escarnecem, dizem tratar-se apenas de um boato ou mera estória. Já outras pessoas usam este caso como exemplo para outros jovens que um dia possam vir a ter este tipo de curiosidade.

Noivos unidos pela luz da lua cheia


Uma gripe assolou a europa no início do século XX, concomitantemente à primeira guerra mundial. Conhecida como Pandemia, por causa da sua ação que mais tarde atingiria todos os continentes, ela inicialmente disseminou-se nas frentes de batalha, arrasando unidades inteiras de brigadas dos mais diferentes exércitos. Num segundo momento atingiria as cidades por onde os soldados haviam circulado. Embora as autoridades sanitárias brasileiras julgassem que o país estaria imune a ação do vírus por conta da longa travessia marítima, o fato é que em meados de 1918, a doença que matou em poucos dias 25 milhões de europeus, e outras dez milhões de pessoas nos outros continentes, aportaria também no Brasil trazida pelos soldados que compunham a tímida frota nacional, a Rio Branco, composta na sua maioria por marinheiros noruegueses. Mas foram os poucos brasileiros que, ao desembarcarem aqui, trouxeram a peste...
Detectada inicialmente em Recife, na região do porto, em poucos dias alguns casos foram identificados em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Restrita ao litoral, em pouco tempo subiu a serra e foi fazer vítimas também a quem jamais estivera no mar, quiçá em zona de batalha.
Helenita Cunha Bento Almeida, uma jovem de 13 anos prometida em casamento ao filho de um barão da cana de açucar de Conceição do Macabu, no Norte Fluminense, Delmiro Antunes Lopes Pinheiro, foi uma delas. Casamento marcado, ela passou todo o ano de 1919 ajudando a mãe, tia, madrinha e criadas a coser suas roupas, bordar vestidos e anáguas, com vistas ao casamento que prometia ser a maior recepção da cidade desde a passagem de Dom Pedro II por aquelas terras cerca de meio século antes.
O casal, lindo como uma noite de luar, segundo os registros da época, era a síntese do amor, da paixão, compreensão. Se havia na região algo que simbolizasse prosperidade, saúde e prazer, seria suplantado pela existência do casal Helenita e Delmiro.
A festa fora anunciada um ano antes pela cidade, região circunvizinha e nas badaladas Campos dos Goytacazes e Macaé. Os convites direcionados aos convidados do Rio de Janeiro, para garantir a pompa, seguiram em carruagens, embarcações marítimas e finalmente em lombo de burro e cavalo. Embora não houvessem mais escravos e nas grandes metrópoles o automóvel já fosse uma realidade, naquela região, onde predominava a elite rural, as manias do século XIX é que garantiam os ares de pompa e fidalguia...
Prova disso é que nas vestes, manifestações artísticas, culinária, jeitos e trejeitos, o chique e moderno era copiar o passado. Só ele permitia aos noivos e familiares o glamour da ostentação.
O fato é que uma semana antes do casório a peste chegou a Macabu. Os negros, herdeiros da escravidão, foram as primeiras vítimas. E tão rapidamente ocorreram as mortes que os corpos foram levados para o cemitério do centro da cidade, depositados em covas simples e sem direito a encomenda por ritual católico ou pagão.
Quando o povo, por ignorância, achava que apenas os negros, sabidamente mais fracos e doentes por conta da herança social, seriam os únicos acometidos, eis que Helenita tem um súbito mal-estar que evolui para a morte em menos de 24hs. A doença, para espanto geral, levava a óbito antes mesmo de diagnosticá-la.
Seguiu seu corpo em um cortejo só comparável ao de Motta Coqueiro, o último condenado a morte no Brasil, na mesma cidade de Conceição, meio século atrás.
A comoção e a tristeza tomou conta de toda a região. A bela e quase divina Helenita, com vocações para santa, obviamente, havia sucumbido a uma tragédia para qual ninguém se preparou. Seu corpo, para sorte da família ou ironia do destino, ocuparia a última cova ainda disponível no cemitério central.
Profundamente abalado, Delmiro trancou-se em seu silêncio, no escuro do quarto na fazenda do pai, em Campos, e de lá só saiu morto. Dois dias depois. Ele também fora contagiado pela peste e, como uma perversidade do destino, terminou por inaugurar o novo cemitério, localizado dois quilômetros fora da cidade, distante portanto de onde fora guardado o corpo de seu grande amor.
Passada a febre, que nos livros de história é caracterizada por partir tão rapidamente quanto chegou a determinado lugar, as lembranças do amor eterno e invejado de Helenita e Delmiro retornaram à memória popular. E cresciam cada vez mais embora no tempo ficassem mais e mais distantes. Mas justifica-se. Não foram duas, três ou quatro dezenas de pessoas que afirmaram ver um raio de luz seguir noite adentro da área do cemitério rural e, como um cometa, rasgar a escuridão até a praça central da cidade. Ali, luz de intensidade igual encontra ainda hoje, quase um século depois, a representação da vida de Delmiro. E as luzes dançam a mais bela valsa tal e qual teria dançado o casal se a mais badalada festa de casamento de Conceição de Macabu tivesse se realizado.
Os moradores, portanto, afirmam que o encontro até hoje se dá. Sob a luz do luar da bela Conceição de Macabu.

Pocong

Pocong é um fantasma da Indonésia ou Malásia que dizem ser a alma de uma pessoa morta presa em suas roupas. A mortalha do pocong é usada pelos muçulmanos para cobrir o corpo do morto. Eles cobrem o corpo com um tecido branco e laçam a roupa sobre a cabeça, nos pés e no pescoço.
De acordo com as crenças nativas, a alma de uma pessoa morta vai ficar na Terra por 40 dias após a morte. Quando os laços não são desamarrados após 40 dias, dizem que o corpo salta para fora da sepultura para avisar as pessoas que a alma precisa que as amarras sejam desfeitas. Após os laços serem liberados, a alma vai deixar a Terra e nunca mais aparecer. Por causa da amarra nos pés, o fantasma não pode andar. Isso faz com que a Pocong pule.

Casarão fantasma

Em Rio Claro, interior de São Paulo, existe uma lenda sobre um casarão fantasma que aparece somente nas madrugadas no horto da cidade. O curioso é que só as pessoas que se perdem no horto o conseguem encontrar.
Uma jovem chamada Ana se perdeu uma vez no horto separando-se de seus amigos que aproveitaram o final de semana para fazer um piquinique lá. Ela passou a noite perdida na floresta densa enquanto os bombeiros e policiais estavam a sua procura. Ela caminhou a tarde inteira pela floresta e ao escurecer avistou uma luz de longe, aparentemente parecia ser uma luz de lamparina, seguiu essa luz e chegou em um enorme casarão do século XIX que era iliminado pelas lamparinas externas. Notou que havia movimento dentro desse casarão pois conseguia ver luzes dentro dele.
Com medo e pânico pensou em bater na porta desse casarão, mas ficou receosa pois nunca havia ouvido falar sobre um casarão habitado no meio da floresta densa.
Então se abrigou nas árvores ao arredor do casarão e esperou até o amanhecer para ver melhor o que havia lá dentro. Como todo ser humano ela acabou caindo num sono de tanto cansaço e quando acordou de manhã notou que o casarão havia desaparecido e ela estava próximo a uma trilha que conhecera. Andou por essa trilha e encontrou uma equipe de resgate que estava a sua procura. Levaram-na para o hospital e fizeram exames. Ela relatou o que vira, mas os guardas disseram-na que não tinham nenhum conhecimento de um casarão no meio da floresta densa.
Quando voltou para casa pesquisou na internet sobre o tal casarão e não encontrou nada, mas um vizinho de idade avançada ficou sabendo de sua historia e contou a ela que também já ouvira sobre relatos de um casarão no meio da floresta, mas ninguém nunca o encontrou de fato.
Em Rio Claro alguns dizem que esse casarão é uma ilusão causada pelo medo e pânico das pessoas que se perdem na floresta, outras dizem que é um casarão fantasma que ajuda as pessoas perdidas, dando abrigo a elas!

Lenda do Fantasma da Cantora que morreu no Carnaval

Esta lenda foi contada por dona Elizabeth, uma paraense que agora está morando em Curitiba.
Em 2007 a banda Doce Desejo, com a sua vocalista chamada Cíntia animaram um trio elétrico na festa da Vila dos Cabanos na cidade de Barcarena, região metropolitana de Belém, no sábado de Carnaval
Quando Cíntia estava cantando a música cujo refrão era “Quero Morrer No Carnaval“, ela caiu do trio elétrico... foi levada ao hospital e faleceu.
Diz a lenda que depois do acidente os familiares desta cantora arrumaram seus objetos pessoais no seu quarto e lá acharam um diário. Em uma das páginas deste caderno estava escrito: “Nem a morte será capaz de me separar do Carnaval.“
Em Janeiro de 2008, um trio elétrico fez uma festa pré-carnavalesca em Belém e alguns conhecidos da falecida cantora Cíntia afirmaram que viram a moça dançando dentro desse trio elétrico. Algumas pessoas falaram que era o fantasma da cantora que veio cumprir a profecia que escreveu no diário.
Será que Cinthia ainda festeja o carnaval nos trios elétricos da cidade?

Novidadess!!

Gente tenho novidades, o nome do blog vai continuar o mesmo mas as postagens serão de Lendas Urbanas.
Obrigado por acessar

Deus existe!!!


Flávia era uma menina rebelde que não se importava com nada, nem com os estudos, nem com a mãe, nem com a existência de DEUS. Sua única preocupação era com os amigos e a farra.
Para ela tudo que ocorria no seu dia-a-dia era por causa do tempo, da hora que corria, e não DEUS.
A sua mãe Marta, uma pessoa religiosa, muito apegada a DEUS, sempre rezava por ela (sua filha) quando a mesma saia pra farra com os amigos.
Num dia muito chuvoso os amigos de Flávia chegaram a sua casa para pegá-la para eles irem para um festa a meia hora de sua casa.
Sua mãe, como sempre, perguntava se eles queriam que ela (Marta) fosse os deixar e eles sempre recusavam.
Nesse dia Marta não perguntou novamente só disse assim:
- Filha, vá com Deus!
E ela, pra sacanear a mãe, disse:
- Só se ele for no porta-malas, pois aqui ta cheio!
E todos cairam na risada. E foram para a festa... mas no meio do caminho o carro derrapou, virou e capotou e todos que estavam dentro morreram. No outro dia, quando os policiais foram avisados do acontecimento, foram ao local e chegando lá encontraram o porta-malas intacto e dentro dele uma caixa de ovos que não sofreu nenhum arranhão. Todos se surpreenderam quando souberam pela mãe de Flávia o que ela tinha dito.
MORAL: “Deus está nas coincidências”